Embora seja muitas vezes imperceptível, a verdade é que todos os edifícios acabam por necessitar de manutenção e é importante fazê-la antes que a performance seja afetada e comece a exigir gastos avultados.
Por isso, é importante ter uma manutenção recorrente, não apenas uma preocupação no momento de construção. Sejam simples cuidados com a pintura ou, por exemplo, manutenções mais profundas do sistema elétrico, o essencial é ter a garantia constante de que tudo está a funcionar como é suposto e que a produtividade e segurança do edifício não são afetadas. Só assim será possível evitar problemas mais críticos futuramente.
Três métodos de manutenção do edifício
Manutenção preventiva: este tipo de manutenção é realizado antes da necessidade de qualquer reparo. Ou seja, são realizadas inspeções de forma constante, de modo a avaliar o estado e a performance de todas as instalações e equipamentos presentes no edifício.
Manutenção preditiva: neste caso, a manutenção apenas é iniciada aquando da necessidade de reparos e, a partir daí, o problema em questão começa a ser acompanhado e avaliado de forma recorrente, para evitar novos problemas e garantir a sua devida produtividade.
Manutenção de correção: das três, esta é, definitivamente, a que deve ser evitada ao máximo. Isto porque apenas é feita a manutenção no momento em que começa a haver problemas nos equipamentos e/ou instalações. Nestes casos, são necessárias reparações de última hora, que acabam sempre por ser mais dispendiosas. Não só é necessário conseguir um profissional com urgência como, muitas vezes, são necessárias peças de difícil obtenção. No fundo, ao optar por este tipo de manutenção, acaba por despender quantias excessivas, afetar a produtividade e, ainda, pôr em risco a segurança dos intervenientes.
Qual é, então, a melhor opção?
Por questões económicas, produtivas e até de segurança, a manutenção preventiva afirmar-se-á sempre como a melhor opção.
Desta forma, não só conseguirá evitar reparos de última hora (que são normalmente bastante caros), como evita que as partes afetadas fiquem inoperantes durante demasiado tempo e a produtividade seja afetada.
Qual a periodicidade indicada?
Como temos vindo a falar, a manutenção de um edifício é de extrema importância e não deve ser descartada em momento algum. Contudo, não existe uma frequência específica para a realização da mesma, de uma forma genérica. Irá sempre variar conforme o tipo de equipamento/instalações, as suas características, estado e necessidades de conservação.
Assim sendo, para os diferentes constituintes do edifício, deverá ser seguido de forma regrada as ações e os prazos propostos no “Plano de Manutenção Preventiva”, que é realizado aquando da sua construção.
De salientar ainda que o edifício deverá ser alvo de uma atenção constante por parte de quem o frequenta e utiliza, para certificar se existem problemas a surgir, que deverão ser resolvidos o mais rapidamente possível.